MEMORIALALMAMEMORIAL ALMA


quarta-feira, dezembro 22, 2010

A Abelha e a Flor - Momento I I

Momento especial,  fotografado por mim, ao entardecer do dia 18 de dezembro de 2010.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

A Borboleta do Manacá...

Márcia, minha companheira!

Eu sou o resultado de várias vindas ao mundo físico, para aprender, reparar erros e avançar na minha perfeição.

Tenho sensações que só são possíveis de sentir e aprender através de um instrumento chamado corpo físico, numa realidade densa, sem, contudo, deixar de cuidar do espírito, que na verdade, é o essencial, é o que me impulsiona para a evolução e para o alcançar das respostas.

Sinto-me feliz quando contribuo para a felicidade do outro, com atitudes, educação e responsabilidade. O bem estar que causo ao outro me torna feliz e aproxima-me mais do Pai Creador.
Aprendi que devo respeitar os animais, as plantas e todas as criações de Deus, mesmo aquelas que aparentam insignificância, porque na verdade, todas têm um valor relevante na composição da natureza
Estar aqui é um sacramento. O sacramento é TUDO aquilo que eu vivo. O dia-a-dia é cheio de sacramentos; a própria vida ensina a celebrá-lo até numa simples e fácil tarefa doméstica como o recolher das roupas que secaram no varal, quando sentimos o cheiro delas misturando-se ao vento quente de uma tarde ensolarada dessa minha Terra amada. Nesse momento, o coração pode acolher as peças recolhidas transformando-as num buquê de flores perfumadas e só quem compreende a beleza da rotina diária pode dar graças pelo que faz. Leonardo Boff diz que “o sacramento possui um profundo enraizamento antropológico. Cortá-lo seria cortar a própria raiz da vida e estragar o jogo do homem com o mundo”.
Entendo que não é necessário pertencer a nenhuma religião para sentir-me próxima ao Pai e para estar em comunhão com Ele, para sentir-me que faço parte de um Todo Cósmico e com um propósito. Mas, é preciso ser amável, simples, alegre, humilde e agradecida... Agradecida por todas as oportunidades que me têm sido dadas para evoluir e conhecer-me melhor, desde os caminhos direitos aos mais tortuosos e, confesso que nos caminhos da dor foi onde o amor se manifestou na sua plenitude e eu assimilei sem ressalvas o porquê da minha estadia aqui. E compreendi que é preciso caminhar sem intolerância, revolta, fanatismo, despotismo, segregação e racismo... Pequenos e nobres gestos contribuem para a minha missão na Terra.
Habito nesse Planeta para caminhar de mãos dadas, conhecer, compreender e aceitar o amor incondicional. Sei que a minha finalidade na Terra é preparar-me para seguir em frente, com as minhas lições aprendidas, a caminho da Luz!

“.... Mesmo encontrando as lutas que são conseqüentes do nosso ‘karma’ vamos criando um novo destino, o destino daquele que, recordando a sentença ‘conhece-te a ti mesmo’, descobre e caminha sempre para frente”.

                                                            Cacá Manacá


FÉLIX TEIXEIRA MARIZ

Serenamente, na quietude do silêncio você se foi. Como se do sono diário passasse para outro sono mais profundo. Como viveu discretamente partiu; sem alarde, sem choro, sem reclamação, sem chamar atenção. Silenciosamente seu espírito alçou vôo para outros planos além. Despediu-se da densa roupagem que lhe aprisionava e liberto encontrou o caminho de volta a casa do Pai. Percorreu as estradas do mundo telúrico com honradez, trabalho e humildade, deixando um legado de moral e justiça a todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e compartilhar de sua convivência.
Obrigada pela sua presença entre nós!

Goiânia,14 de outubro de 2007.